terça-feira, 22 de setembro de 2026

IGREJA

 

Hoje começa a novena de santa Teresinha do Menino Jesus, padroeira das missões

“Para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado para o céu, é um grito de gratidão e de amor, tanto no meio da tribulação como no meio da alegria”, dizia santa Teresinha do Menino Jesus, doutora da Igreja e padroeira das missões.

Santa Teresa de Lisieux, como também é conhecida, nasceu de um casal santo. Seus pais Louis Martin e Zélia Guérin foram canonizados em 18 de outubro de 2015, no marco do Sínodo das Famílias.

Próximos da festa desta jovem carmelita, que é celebrada em 1º de outubro, hoje (22) começa a novena à santa que costumava dizer: “quero passar meu céu fazendo o bem na terra”. O texto é do site da Comunidade Shalom.

Oração:

Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo: eu vos agradeço por todas as graças com que enriqueceste a vida de vossa serva, Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, nestes 24 anos que passou na terra. E pelos méritos de tão querida santinha, concedei-me a graça que ardentemente vos peço … (fale qual é), se for conforme a Vossa Santíssima Vontade e para a salvação de minha alma (ou da pessoa por quem está rezando).

Ajudai minha fé e minha esperança, Santa Teresinha, cumprindo mais uma vez vossa promessa de que ficareis no Céu a fazer o bem na terra, permitindo que eu ganhe um rosa em sinal de que alcançarei a graça pedida.

Rezar 24 vezes, por cada ano de Santa Teresinha na terra:

“Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo como era no princípio, agora e sempre. Amém.” Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, rogai por mim (ou o nome da pessoa por quem está intercedendo).Primeiro dia:

Santa Teresinha doutora e amante da Igreja – Neste dia rezemos pelos que exercem o ministério sacerdotal, pela santificação do Clero e pelas intenções do coração do Santo Padre.

Segundo dia:

Santa Teresinha padroeira das missões – Neste dia rezemos pelos missionários espalhados no mundo inteiro e suas necessidades espirituais e materiais.

Terceiro dia:

Santa Teresinha que teve uma vida de sacrifícios pelas almas – Neste dia rezemos pelos Cristãos que são perseguidos e martirizados por sua fidelidade e amor a Cristo.

Quarto dia:

Santa Teresinha que viveu em uma família santa – Neste dia rezemos pela união e santificação das famílias.

Quinto dia:

Santa Teresinha padroeira dos jovens – Neste dia rezemos pela juventude do mundo inteiro.

Sexto dia:

Santa Teresinha que foi curada pelo sorriso de Maria – Neste dia rezemos pelos que sofrem de depressão, pelos que vivem oprimidos e sem sentido de vida.

Sétimo dia:

Santa Teresinha apaixonada por Jesus – Neste dia rezemos para que todos tenham um coração inflamado de amor a Cristo.

Oitavo dia:

Santa Teresinha próxima dos prisioneiros – Neste dia rezemos por todos os encarcerados e pelos que se encontram presos em si mesmo, pelo pecado.

Nono dia:

Santa Teresinha solidária aos incrédulos – Neste dia rezemos pelos que não creem ,não esperam e não confiam em Deus.

LITURGIA DIÁRIA

 

3ª feira da 25ª semana do Tempo Comum: A família de Jesus

Evangelho da 3ª feira da 25ª semana do Tempo Comum. “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática”. Olhar para Maria, como ela medita em seu coração sobre as palavras de seu filho Jesus, é uma maneira segura de aprender a ouvir a Deus e a cumprir decisivamente sua vontade.



Evangelho (Lc 8,19-21)

A mãe e os irmãos de Jesus aproximaram-se, mas não podiam chegar perto dele, por causa da multidão.

Então anunciaram a Jesus: “Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem te ver”.

Jesus respondeu: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática”.


Comentário

Contemplamos Jesus sentado, cercado pela multidão, a quem ele instrui com a sua palavra. Ele mesmo é a Palavra divina feita carne, como aquela lâmpada que não deve ser escondida debaixo de um recipiente, mas que, colocada no candelabro (cf. Lc 8,16), ilumina as consciências de todos. Nós estamos no meio dessa multidão. Queremos ser como Samuel, de quem a Escritura diz que ao crescer, a sua proximidade e atenção ao Senhor foi tal que não negligenciava nenhuma das palavras de Deus (cf. 1 Sam 3,19); ou como Maria de Betânia, que “se sentou aos pés do Senhor e escutava a sua palavra” (Lc 10,39).

Inesperadamente, alguns dos presentes interrompem Jesus para avisá-lo de que a sua mãe e outros parentes estão lá fora. Eles estão procurando por Ele, talvez porque a conversa tenha durado mais tempo do que deveria. Já era habitual: a multidão gostava de ouvir o mestre de Nazaré; todos “ficavam maravilhados com seu ensinamento, pois ele os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mc 1,22). Jesus aproveita a interrupção para revelar algo inesperado: o verdadeiro parentesco com Jesus vem, mais do que dos laços de sangue, da escuta de sua palavra.

Era assim que Maria, a mãe de Jesus, agia: antes de concebê-lo em seu ventre, ela Ouvia a voz de Deus, ponderava essas palavras em seu coração e as colocava em prática. E foi assim que ela deu como fruto virginal o próprio Filho de Deus. Ela é o modelo dos discípulos de Jesus. Ouvindo-o e identificando-nos com os seus ensinamentos, não somos apenas seus discípulos, mas nos tornamos irmãos de Jesus, filhos do mesmo pai. Só assim poderemos dar fruto: que muitos descubram o seu parentesco com Deus, a sua filiação divina. Como ensinava são Josemaria, “nenhum filho da Igreja Santa pode viver tranquilo, sem experimentar inquietação perante as massas despersonalizadas: rebanho, manada, vara, escrevi certa vez. Quantas paixões nobres não existem na sua aparente indiferença! Quantas possibilidades! (...)”[1].


segunda-feira, 21 de setembro de 2026

IGREJA

 

Você notou este detalhe no Evangelho deste Domingo? O Papa chama a atenção para ele


Embora o Evangelho de domingo, 20 de setembro 2026, possa despertar em nós o mesmo ressentimento sentido pelos trabalhadores da parábola, a verdade que Jesus ilustra não é algo que deva gerar ressentimento, mas sim algo que traz esperança.

O Papa refletiu sobre o Evangelho com esta breve meditação antes de rezar o Angelus do meio-dia:

Na liturgia de hoje, por meio das palavras do profeta Isaías, o Senhor nos dá um grande motivo de esperança, dizendo-nos que os seus pensamentos não são os nossos pensamentos, que os seus caminhos não são os nossos caminhos (cf. Is 55,8). Sim, os planos de Deus são infinitamente maiores — e, digamos, mais "humanos" — do que aqueles que nós, homens e mulheres marcados pelo pecado, podemos conceber ou concretizar. Assim, o apelo do profeta, mais atual do que nunca, é que abandonemos os nossos caminhos tortuosos e voltemos para o Senhor, que é misericórdia e perdão (vv. 6-7).

No Evangelho, as parábolas de Jesus descrevem a novidade daquilo que Deus reserva para nós; contudo, revelam também a resistência que geralmente oferecemos a uma justiça mais generosa e a um amor maior. Hoje, em particular, ouvimos a história dos trabalhadores chamados para a vinha (cf. Mt 20,1-16) — alguns por um dia inteiro, outros por apenas algumas horas e outros apenas quando o sol já se punha.

O ponto principal da parábola

Mas o cerne da parábola reside no momento do pagamento, quando o proprietário cumpre a palavra dada aos trabalhadores contratados na primeira hora e paga-lhes conforme o combinado; no entanto, ele quer que eles vejam a sua bondade e, diante dos seus olhos, trata os últimos da mesma maneira.

Um detalhe, em especial, não deve passar despercebido. O proprietário da vinha dá ao administrador uma ordem específica: os trabalhadores devem ser pagos “começando pelos últimos e passando para os primeiros” (Mt 20,8). A reação negativa daqueles que haviam trabalhado o dia todo poderia, portanto, ter sido facilmente evitada; ela foi intencional, contudo, porque a revelação da bondade de Deus é para todos, não apenas para alguns. Deus tem caminhos diferentes e ideias novas até mesmo para aqueles que se consideram os primeiros e acreditam ter conquistado o que possuem, merecido os resultados que alcançaram. Em vez disso, todos nós ganhamos alegria, sabedoria e um futuro melhor quando a lei do amor interrompe a do cálculo, quando a experiência da misericórdia amplia a do mérito e quando o dom da paz suspende as rivalidades e nos aproxima em gratidão.

Irmãos e irmãs, é verdadeiramente uma graça ser colaboradores de Deus, trabalhar na sua vinha, servir ao seu Reino de justiça e paz! Não há lugar para inveja ou divisão onde irrompe a novidade de Deus. Portanto, busquemos o Senhor enquanto ele se deixa encontrar; invoquemo-lo enquanto está perto; abandonemos os caminhos tortuosos e os pensamentos iníquos (cf. Is 55,6-7).

Voltemos o olhar para a nossa Mãe Santíssima, pois ela é uma criatura como nós, mas sem mancha. Assim, ela pode ajudar-nos a esperar em Deus e a confiar-nos à sua misericórdia, para que os seus caminhos se tornem os nossos caminhos e os seus pensamentos se tornem os nossos pensamentos.

IGREJA

 

Carlo Acutis mudou a vida de 2 jovens brasileiros — e agora eles querem fazer 

o mesmo pelos outros

Embora tenha vivido há poucos anos, Carlo tornou-se especialmente próximo das novas gerações. Gostava de tecnologia, utilizava a internet com criatividade e, ao mesmo tempo, tinha uma vida espiritual marcada pela Eucaristia e pela oração. Para muitos jovens, essa combinação torna seu testemunho particularmente atual.

No Brasil, sua história já produziu frutos concretos. Dois jovens, Marcus Santos e Daniel da Silva, encontraram em Carlo uma inspiração que acabou influenciando decisivamente seus próprios caminhos.

Marcus: da descoberta de Carlo ao desejo de evangelizar

A história de Marcus Santos, de 22 anos, mostra como o testemunho de um jovem pode alcançar outro jovem mesmo através das telas. Depois de conhecer melhor a vida de Carlo Acutis, Marcus passou a se dedicar à divulgação de sua história e de sua espiritualidade. Hoje, utiliza também as redes sociais como espaço de evangelização e trabalha com um apostolado voltado à divulgação do jovem santo.

É uma escolha que parece prolongar, de certa maneira, o próprio caminho iniciado por Carlo. Quando ainda estava vivo, ele percebeu que a internet poderia ser utilizada não apenas para entretenimento, mas também para comunicar a fé e levar outras pessoas a conhecer Jesus.

Para Marcus, Carlo deixou de ser apenas uma figura admirada nas redes sociais e tornou-se uma referência concreta para sua própria vida.

Daniel: quando uma história reacende uma vocação

Para Daniel da Silva, também de 22 anos, o encontro com Carlo teve consequências ainda mais profundas.

Ao conhecer a história do jovem santo pelas redes sociais, Daniel retomou um projeto que havia deixado para trás: a preparação para o sacerdócio.

Atualmente seminarista, ele reconhece na descoberta de Carlo um momento importante de sua caminhada vocacional.

É um dos aspectos mais impressionantes do testemunho de Carlo: mesmo depois de sua morte, sua vida continua provocando perguntas nos corações de outros jovens. O que Deus espera de mim? Como posso colocar minha vida a serviço dos outros? É possível buscar a santidade no mundo em que vivo?

Um santo que fala a uma geração conectada Carlo Acutis não deixou como legado apenas suas iniciativas de evangelização pela internet.

Talvez sua maior mensagem esteja na maneira como viveu aquilo que acreditava. Ele mostrou que a santidade pode começar nas coisas aparentemente simples: na Missa, na amizade, na oração, na preocupação com os outros e também na maneira como usamos a tecnologia.

A história de Marcus e Daniel mostra que esse testemunho continua vivo. Um encontrou em Carlo um incentivo para evangelizar; o outro, um estímulo para retomar o caminho do sacerdócio. São histórias diferentes, mas com um ponto em comum: conhecer a vida de um jovem que levou Deus a sério ajudou outros jovens a perguntar o que Deus pode estar pedindo deles. E talvez seja justamente essa a força de Carlo Acutis para as novas gerações: ele não aparece como alguém distante da realidade juvenil, mas como um jovem que descobriu que até mesmo os instrumentos do seu tempo poderiam ser colocados a serviço de algo maior.

ESPIRITUALIDADE

 

Oito dados sobre o milagre da liquefação do sangue de são Januário

Hoje (19) a Igreja celebra a festa de são Januário, bispo, mártir e padroeiro de Nápoles, Itália.

Todo dia 19 de setembro e em outras duas ocasiões do ano costuma acontecer o milagre da liquefação do sangue de são Januário, que é conservado em estado sólido em um relicário pelo resto do ano.

É um acontecimento extraordinário que é considerado um prodígio e ocorre desde 1389, segundo documentação citada pela mídia italiana Famiglia Cristiana.

Abaixo, oito dados sobre a liquefação do sangue de são Januário:

1. O sangue é conservado em duas ampolas de vidro

O sangue seco de são Januário é conservado em duas ampolas de vidro na Capela do Tesouro da Catedral de Nápoles.

2. A liquefação é um milagre

A Igreja considera que o milagre acontece graças à dedicação e orações dos fiéis.

Este consiste em que a massa de sangue avermelhado seco, aderido a um lado da ampola, transforma-se em sangue completamente líquido, chegando a cobrir todo o vidro.

3. A liquefação costuma acontecer três vezes ao ano

O sangue do santo tradicionalmente se torna líquido (liquefação) em três celebrações durante o ano: a transladação de seus restos mortais para Nápoles (no sábado anterior ao primeiro domingo de maio), sua festa litúrgica (19 de setembro) e o aniversário de sua intervenção para evitar os efeitos de uma erupção do vulcão Vesúvio em 1631 (16 de dezembro).

4. A liquefação pode levar dias

O processo de liquefação às vezes leva horas ou até dias, mas às vezes não acontece.

As ampolas, que conservam uma massa sólida escura, estão em um relicário que é segurado e girado por um padre, geralmente o arcebispo de Nápoles, enquanto o povo reza.

Normalmente, após um período que pode ir de dois minutos a uma hora, a massa sólida fica vermelha e começa a borbulhar.

Segundo o site Famiglia Cristiana, o relicário com as ampolas fica à vista dos fiéis por oito dias, durante os quais eles podem beijá-lo enquanto "um padre o move para mostrar que (o sangue) ainda está líquido. Depois, é colocado na abóboda com chave" no interior da Capela do Tesouro da Catedral.

5. Os fiéis veneram a relíquia todos os anos

Com a exclamação: "O milagre aconteceu!", o povo caminha em ordem e em direção ao altar para beijar a relíquia e cantar o Te Deum em ação de graças.

6. Não há explicação científica

Várias investigações já foram feitas no passado para encontrar uma explicação científica para responder à questão de como algo sólido pode se liquefazer de repente, mas nenhuma foi satisfatória até agora.

7. A liquefação nem sempre ocorre

Quando o sangue não se liquefaz, os napolitanos tomam o fato como um presságio de desgraças.

O sangue não se liquefez em setembro de 1939, 1940, 1943, 1973, 1980 e também em dezembro de 2016.

A relíquia também permaneceu sólida no ano em que Nápoles elegeu um prefeito comunista, mas se liquefez espontaneamente quando o então arcebispo de Nova York, cardeal Terence Cooke, visitou o santuário de são Januário em 1978.

8. O sangue se liquefez na presença de alguns papas

No ano de 2015, enquanto o papa Francisco dava alguns conselhos aos religiosos, padres e seminaristas de Nápoles, o sangue se liquefez novamente.

A última vez que a liquefação ocorreu diante de um papa foi em 1848 com Pio IX. Não havia acontecido quando João Paulo II e Bento XVI visitaram a cidade em outubro de 1979 e outubro de 2007, respectivamente.

IGREJA

 

Leão XIV apela à comunidade internacional para que aja diante da grave crise na Somália

O papa Leão XIV fez um apelo urgente neste domingo à comunidade internacional para que aumente a ajuda à Somália, país do Chifre da África que enfrenta uma grave crise humanitária agravada pela violência, seca, deslocamento forçado e outros eventos climáticos extremos.

Depois de rezar o Ângelus, o papa disse que acompanha “com grande preocupação a atual crise humanitária em algumas regiões da Somália, onde episódios de violência e fenómenos climáticos extremos estão piorando as já precárias condições de vida da população, em particular das mulheres e das crianças”.

O papa também expressou sua esperança de que “a comunidade internacional se mobilize generosamente, para que não falte a estes nossos irmãos e irmãs a assistência necessária”.As palavras do Papa chegam em um momento particularmente crítico para a Somália. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), quase 4,8 milhões de pessoas precisam urgentemente de ajuda humanitária, incluindo cerca de 3 milhões de crianças. A organização também alerta que cerca de 1,9 milhão de crianças sofrem de desnutrição aguda, incluindo quase meio milhão com desnutrição aguda grave, a forma mais perigosa dessa condição.

Ao final da oração do Ângelus deste domingo, o papa Leão XIV dirigiu uma saudação especial aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro e aproveitou a oportunidade para transmitir uma mensagem em favor da memória histórica, lembrando as vítimas de deportações e cativeiro durante a Segunda Guerra Mundial.O papa também saudou diversos grupos que vieram a Roma para peregrinações e atividades de formação.

Entre eles, mencionou o bispo e fiéis de uma diocese na Polônia que visitam alguns dos principais santuários na Itália associados a milagres eucarísticos, bem como várias famílias da Eslováquia.

Ele também se dirigiu aos jesuítas que começam um novo ciclo de estudos em Roma, etapa fundamental na formação intelectual e espiritual dos membros da Companhia de Jesus, bem como a um grupo da paróquia romana da Sagrada Família de Nazaré, acompanhado por associações esportivas e juvenis da capital italiana.O papa referiu-se à cidade italiana de Pescantina, perto de Verona, cujos moradores se reuniram neste domingo no monumento dedicado aos deportados e prisioneiros de guerra durante a Segunda Guerra Mundial. O papa enviou sua bênção aos participantes da celebração e disse: “Não devemos esquecer, mas sim aprender com a história para não repetirmos os erros do passado”.

SANTO DO DIA

 

Hoje a Igreja celebra são Mateus Evangelista

A Igreja celebra hoje (21) são Mateus, Apóstolo e Evangelista, que viveu no Cafarnaum, junto ao lago da Galileia. Ele foi escolhido por Jesus para ser um dos Doze que o acompanharam durante sua vida pública.

O Evangelista foi um publicano que cobrava os impostos para os romanos. Ao encontrá-lo realizando esta função, Jesus passou e o chamou. Ele, então, sem questionar seguiu o chamado de Deus.

Ao subir o Senhor aos céus, Mateus pregou durante anos na Judeia e em países próximos.São Mateus é considerado patrono dos banqueiros e é representado por um livro. São Jerônimo fixou a figura de um homem alado como símbolo de seu Evangelho.