sábado, 1 de agosto de 2026

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 Estes santos do mês de agosto têm muitas coisas em comum

O calendário litúrgico de agosto celebra santos que compartilham características marcantes. Santo Afonso Maria de Ligório e são João Maria Vianney destacaram-se pelo ministério da confissão; santa Edith Stein e são Maximiliano Kolbe morreram durante o regime nazista; e santa Mônica e santo Agostinho são lembrados pelo testemunho de mãe e filho.

Santos confessores: Afonso Maria de Ligório e João Maria Vianney

Nos primeiros dias de agosto são celebradas as festas de santo Afonso Maria de Ligório (1º de agosto) e são João Maria Vianney (4 de agosto), conhecido como santo Cura d’Ars.

Ambos são reconhecidos por serem modelos de zelo e por levar os católicos ao sacramento da confissão. Doutor da Igreja e fundador dos Redentoristas, Afonso obteve um doutorado em Direito aos 16 anos. Em 1723, no entanto, perdeu um caso muito importante e abandonou essa carreira para se tornar sacerdote. Em 1745, escreveu suas primeiras obras devocionais e, em 1748, publicou a primeira edição de seu guia de Teologia Moral. Afonso é classificado como um dos maiores teólogos morais da história da Igreja. Em 1950, o Papa Pio XII o declarou padroeiro dos confessores e teólogos morais.

O Cura d’Ars também é honrado como um dos mais importantes confessores e padroeiro dos párocos. Filho de fazendeiros perto de Lyon (França), as terríveis guerras de Napoleão Bonaparte impediram que ele entrasse no seminário. Quando finalmente pôde estudar para o sacerdócio, seu progresso foi prejudicado por sua total incapacidade de aprender latim. Finalmente, ordenado por causa de sua bondade, foi enviado ao pequeno povoado de Ars, em Villars-les-Dombes, onde seus superiores supunham que ele não iria prejudicar.

As pessoas começaram a ir ao povoado para se confessar, buscando seus conselhos e suas pregações. Com o tempo, passava até 18 horas por dia no confessionário. Como Afonso, que foi finalmente expulso da própria congregação que fundou, Vianney ganhou a inveja de alguns sacerdotes que reclamaram com o bispo, dizendo que ele era maluco ou mentalmente instável. O famoso bispo respondeu que queria que todos os seus sacerdotes sofressem da mesma loucura. O Cura d’Ars morreu enquanto ouvia um pecador arrependido.

Santos mártires do nazismo: Edith Stein e Maximiliano Kolbe

Nos dias 9 e 14 de agosto, respectivamente, celebramos dois santos que foram vítimas do horror nazista e que são santos da era moderna: santa Edith Stein e são Maximiliano Kolbe.

Ambos são reconhecidos por serem modelos de zelo e por levar os católicos ao sacramento da confissão. Doutor da Igreja e fundador dos Redentoristas, Afonso obteve um doutorado em Direito aos 16 anos. Em 1723, no entanto, perdeu um caso muito importante e abandonou essa carreira para se tornar sacerdote. Em 1745, escreveu suas primeiras obras devocionais e, em 1748, publicou a primeira edição de seu guia de Teologia Moral. Afonso é classificado como um dos maiores teólogos morais da história da Igreja. Em 1950, o Papa Pio XII o declarou padroeiro dos confessores e teólogos morais.

O Cura d’Ars também é honrado como um dos mais importantes confessores e padroeiro dos párocos. Filho de fazendeiros perto de Lyon (França), as terríveis guerras de Napoleão Bonaparte impediram que ele entrasse no seminário. Quando finalmente pôde estudar para o sacerdócio, seu progresso foi prejudicado por sua total incapacidade de aprender latim. Finalmente, ordenado por causa de sua bondade, foi enviado ao pequeno povoado de Ars, em Villars-les-Dombes, onde seus superiores supunham que ele não iria prejudicar.

As pessoas começaram a ir ao povoado para se confessar, buscando seus conselhos e suas pregações. Com o tempo, passava até 18 horas por dia no confessionário. Como Afonso, que foi finalmente expulso da própria congregação que fundou, Vianney ganhou a inveja de alguns sacerdotes que reclamaram com o bispo, dizendo que ele era maluco ou mentalmente instável. O famoso bispo respondeu que queria que todos os seus sacerdotes sofressem da mesma loucura. O Cura d’Ars morreu enquanto ouvia um pecador arrependido.

Santos mártires do nazismo: Edith Stein e Maximiliano Kolbe

Nos dias 9 e 14 de agosto, respectivamente, celebramos dois santos que foram vítimas do horror nazista e que são santos da era moderna: santa Edith Stein e são Maximiliano Kolbe.

Santa Edith, também conhecida como Irmã Teresa Benedita da Cruz, foi uma convertida do judaísmo, monja carmelita, filósofa, escritora espiritual. Nascida em uma família judia, fez uma longa e escura viagem de abandonar o judaísmo pelo ateísmo e depois encontrar seu caminho ao catolicismo através da filosofia. Abraçou o catolicismo depois de estudar a filosofia da fenomenologia, o tomismo e a leitura da autobiografia de santa Teresa d’Ávila. Entrou nas Carmelitas em 1934 e foi transferida da Alemanha para a Holanda em 1938, para escapar dos nazistas. Em 1942, no entanto, com a Alemanha ocupando a Europa Ocidental, foi presa junto com a sua irmã Rosa (também convertida) como parte do decreto nazista contra todos os católicos não arianos. Morreu em uma câmara de gás naquele mesmo mês de agosto. O papa são João Paulo II a canonizou em 1998 e, no ano seguinte, nomeou-a copadroeira da Europa, com santa Brígida da Suécia e santa Catarina de Sena.


São Maximiliano foi um sacerdote franciscano, teólogo e mártir. Nascido na Polônia, ingressou no convento franciscano em 1907, estudou em Roma e foi ordenado sacerdote em 1918. Como santa Edith, tinha um intelecto notável e era um talentoso matemático e cientista, além de jornalista. Ganhou o ódio dos nazistas por causa de seus escritos e, quando a Polônia caiu em setembro de 1939, Kolbe foi preso várias vezes e finalmente enviado para Auschwitz. Como prisioneiro, foi torturado pelos guardas da SS por ser um sacerdote católico, mas nunca parou de ajudar seus companheiros de prisão. Morreu em 14 de agosto de 1941, depois de tomar o lugar de Franciszek Gajowniczek, um sargento do exército polonês que era casado e havia sido condenado à morte.


Mãe e filho santos: santa MônicDurante vários anos e muitas lágrimas, santa Mônica rezou para que seu filho, brilhante, mas rebelde, caísse em si e se arrependesse de sua vida libertina com a qual desperdiçava sua inteligência. Nunca deixou de rezar e esperar e, ao final, suas orações foram respondidas. A conversão final de seu filho ocorreu com a influência de santo Ambrósio de Milão e ela estava lá para testemunhar o batismo pelas mãos de Ambrósio. Morreu em Óstia, perto de Roma, em 27 de agosto de 387.

Agostinho é considerado o maior dos Padres da Igreja Ocidental, exerceu uma enorme influência na formação da teologia cristã e da civilização ocidental. Nada disso teria acontecido se sua mãe o tivesse abandonado.

Publicado originalmente em National Catholic Register.a e santo Agostinho

O final de agosto tem duas festividades consecutivas, a de santa Mônica (27 de agosto) e a de seu filho santo Agostinho (28 de agosto).


SANTO DO DIA

 Hoje é dia de santo Afonso Maria de Ligório, fundador dos redentoristas

A Igreja celebra hoje (1º) a memória litúrgica de santo Afonso Maria de Ligório, Doutor da Igreja por seus escritos sobre moral e fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, conhecidos como redentoristas.

Este santo italiano, natural de Nápoles, na Itália, escreveu “A Prática do Amor a Jesus Cristo”, “Preparação para a Morte”, “Glórias de Maria”, sendo “Teologia Moral” a obra que influenciou na formação do clero por muitos anos.

Santo Afonso pregava com simplicidade e ensinava seus missionários que “um sermão sem lógica é disperso e falta sabor. Um sermão pomposo não chega à massa. De minha parte, posso dizê-los que jamais preguei um sermão que a mulher mais simples não pudesse entender”.Entre suas frases conhecidas está: “Não existem pessoas fracas e pessoas fortes espiritualmente, mas as pessoas que não rezam e as pessoas que sabem rezar”.

Bento XVI explicou aos fiéis em um dia como hoje, em 2012, que este santo “nos recorda que relação com Deus é essencial na nossa vida. Sem ela, falta-nos a relação fundamental”. Lembra também que “Deus criou-nos por amor, para nos poder doar a vida em plenitude”.

Santo Afonso fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, com a qual tinha o objetivo de evangelizar nas regiões de população abandonada. Seu trabalho refletia a sua forma de viver, marcado pela bondade, simplicidade e caridade.

O santo morreu aos 90 anos, na noite de 31 de julho para 1º de agosto de 1787. Foi canonizado em 1839 e declarado doutor da Igreja em 1871.

Santo Afonso, cujo nome significa “pronto para o combate”, é representado com o crucifixo, os livros, o rosário ou a figura da Santíssima Virgem Maria, a quem tinha uma profunda devoção.

Sua congregação dos Redentoristas chegou ao Brasil em 1894. Hoje, há cerca de 600 missionários espalhados em 25 estados e no Distrito Federal. Desenvolve amplo trabalho evangelizador, fazendo-se presentes em diversas frentes missionárias, como: casas de formação, missões estrangeiras, área acadêmica, comunicações, missões itinerantes, paróquias e santuários, entre os quais, o de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), e o do Divino Pai Eterno, em Trindade (GO).

LITURGIA DIÁRIA

Evangelho de sábado: perder a cabeça por amor

Comentário ao Evangelho de sábado da XVII semana do Tempo Comum. «O rei ficou consternado, (...) e mandou decapitar João no cárcere». O verdadeiro amor, profundo e fecundo, é aquele que está pronto a dar-se inteiramente, a perder a vida pelas pessoas amadas, em defesa da Verdade.


 Evangelho (Mt 14, 1-12)

Naquele tempo, o tetrarca Herodes ouviu falar da fama de Jesus e disse aos seus familiares:

«Esse homem é João Batista que ressuscitou dos mortos. Por isso é que nele se exercem tais poderes miraculosos».

De facto, Herodes tinha mandado prender João e algemá-lo no cárcere, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe. Porque João dizia constantemente a Herodes:

«Não te é permitido tê-la por mulher».

E embora quisesse dar-Lhe a morte, tinha receio da multidão, que o considerava como profeta. Ocorreu entretanto o aniversário de Herodes e a filha de Herodíades dançou diante dos convidados. Agradou de tal maneira a Herodes, que este lhe prometeu com juramento dar-lhe o que ela pedisse. Instigada pela mãe, ela respondeu:

«Dá-me agora mesmo num prato a cabeça de João Batista».

O rei ficou consternado, mas por causa do juramento e dos convidados, ordenou que lha dessem e mandou decapitar João no cárcere. A cabeça foi trazida num prato e entregue à jovem, que a levou a sua mãe. Os discípulos de João vieram buscar o seu cadáver e deram-lhe sepultura. Depois foram dar a notícia a Jesus.


Comentário:

Jesus Cristo recebe a notícia da morte de João Batista dos lábios dos seus discípulos. Sabem do muito que se amavam e não hesitam em contar-Lhe, talvez para encontrar também algum consolo.

Com que dor Jesus Cristo ouviria a história da morte do seu parente e amigo! Com que ternura consolaria os corações atribulados daqueles discípulos, os amigos de João! Como os encorajaria naquele momento, falando-lhes da grandeza daquele homem! Um homem que não hesitou em perder a sua cabeça por Jesus.

A defesa da verdade, a verdade que nos liberta, que não é negociável, inimiga dos falsos compromissos que procuram salvar a pele, leva-nos a perder a cabeça.

As palavras de João iluminaram os homens e mulheres do seu tempo, até mesmo o próprio Herodes. Dirigiam-se ao fundo dos corações e lá semearam as sementes da verdade, da bondade, da justiça e do amor. Eram palavras capazes de trazer à luz aquele fragmento de humanidade que, mesmo que enterrado por uma montanha de mentiras, habita no coração de cada homem.

Herodes tinha escorregado por um caminho sem retorno, condenando-se a uma vida estéril e infeliz, fechado em si mesmo, no seu egoísmo. João fala-lhe ao coração, quer tirá-lo da prisão em que está encerrado.

Com a sua própria vida quer mostrar-lhe como o amor verdadeiro, profundo e fecundo é aquele que está pronto a dar-se inteiramente, para perder a vida pelas pessoas queridas, para perder a cabeça por elas.

É a «inquietação do amor» que procura «sempre, sem descanso, o bem do outro, do amado, com aquela intensidade que leva até às lágrimas»; que «nos impele a sair ao encontro do outro, sem esperar que o outro manifeste a sua necessidade»[1].

Com o nosso amor inquieto, cheio de pormenores concretos, amando com o Coração de Jesus Cristo, vamos recordando aos outros como é o amor de Deus por eles, qual é a sua verdade mais profunda: eles são filhos amados de Deus Pai. Não temos que ter medo de perder a cabeça nestes pormenores de amor.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

ESPIRITUALIDADE

 

O método de Santo Inácio de Loyola para reconhecer os sinais de Deus

Às vezes, buscamos desesperadamente uma indicação do Senhor e pensamos que não podemos encontrá-la. Porém, os sinais de Deus não são tão difíceis de decifrar...

Às vezes, buscamos desesperadamente uma indicação do Senhor e pensamos que não podemos encontrá-la. Porém, os sinais de Deus não são tão difíceis de decifrar…Um sinal é sempre um “sinal de alguma coisa”. O trabalho da inteligência e da fé consiste, portanto, em voltar do sinal à realidade revelada pelo sinal. Desta forma, a Criação nos envia seu Criador. A Imitação de Jesus Cristo especifica que “não há criatura, por menor que seja, por mais humilde que seja, que não revele a bondade de Deus”. Portanto, os sinais desse amor estão por toda parte! Você só precisa saber percebê-los.

A ausência de um “sinal” é um “sinal” que fala alto

Os acontecimentos da vida são também “sinais” da Providência divina. A filósofa Simone Weil disse que Deus estabelece uma “linguagem convencional” com seus amigos. Cada acontecimento na vida é uma palavra desta linguagem. O significado comum de todas essas palavras é: “Eu te amo”. Simone Weil nos dá este exemplo: um homem bebe um copo d’água; a água é o “eu te amo” de Deus. Ele fica dois dias no deserto sem encontrar nada para beber; a secura da garganta é o “eu te amo” de Deus. Deus não tem palavras para dizer à sua criatura: “Eu te odeio”, mas certamente é mais fácil ouvir “eu te amo” de Deus naquele providencial copo d’água do que decifrar sua ternura oculta quando a língua gruda no palato…

Às vezes, na monotonia do dia a dia, podemos parecer um motorista procurando desesperadamente uma placa de saída na rodovia: “Abri a Bíblia e me deparei com essas palavras …” “Fiz uma novena para descobrir o que Jesus queria de mim, e recebi este sinal …” Mas a ausência de um “sinal” é realmente um “sinal” que fala muito alto! É assim que Deus confirma que devemos perseverar nas nossas tarefas e não procurar seguir sinais imaginários … Vivendo o “sinal” da realidade repetitiva da vida, certamente encontraremos o reino de Deus – Cristo, com a alegria e a paz de sua presença (Rm 14,17).

Para reconhecer bem o sinal, é preciso chegar à “indiferença”

A nossa humilde vida quotidiana é marcada por “piscadelas” de Deus, “sinais” do seu amor pessoal, delicado e atento por nós. Estes sinais suscitam a nossa gratidão e o nosso louvor: o sorriso de uma criança, a alegria do nosso esposo ou esposa, uma leitura … O “sinal” mais marcante é o da Eucaristia que comunica a vida divina e contém, na pobreza das aparências, ao Autor da graça: o próprio Jesus!

O sinal de saída também pode aparecer. Esses sinais costumam ter um duplo aspecto: um chamado do coração e uma confirmação externa na realidade. Para poder perceber bem o sinal, é necessário chegar ao que Santo Inácio de Loyola chama de “indiferença”: uma liberdade interior que depois se torna vontade de servir a glória de Deus, a seu modo e não segundo os seus gostos. Também é aconselhável buscar o conselho de uma pessoa iluminada. E, finalmente, é preciso saber, na oração, esperar a hora de Deus agir. O Senhor nos guia com sinais simples e fáceis de decifrar … para corações simples!

ESPIRITUALIDADE

 

O lugar onde Santo Inácio escreveu os Exercícios Espirituais

A rota inaciana passa pela cidade espanhola em que o fundador da Companhia de Jesus teve várias experiências místicas

Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, é muito conhecido em Euskadi (Espanha) e em Roma (Itália). Mas um dos lugares mais emblemáticos da vida dele fica na localidade catalã de Manresa, que agora está potencializando o Caminho de Santo Inácio com a “Rota Inaciana”.

Foi nessa cidade, não fica muito longe do célebre mosteiro beneditino de Montserrat – também significativo na vida do santo – que Inácio descobriu sua vocação religiosa e fez votos de pobreza. Também foi lá que ele começou a escrever seus Exercícios Espirituais, em 1522.

Manresa organiza rotas inacianas pela cidade, chegando a um dos lugares mais impressionantes: a famosa “Cueva” [Caverna]. Construída entre os séculos XVII e XVIII, virou um santuário e casa de exercícios.

Inácio de Loyola viveu em Manresa durante 11 meses: de março de 1522 a fevereiro de 1523. As experiências que ele teve na cidade ajudaram-no a consolidar sua trajetória espiritual depois que ele decidiu abandonar a vida militar para se dedicar à meditação.

Experiências místicas

Segundo relata sua autobiografia, Inácio teve experiências místicas e “raptos espirituais” em Manresa, que foram chave para a redação de sua obra mais influente, um clássico da literatura cristã universal: seus “Exercícios Espirituais”.

Os lugares inacianos em Manresa incluem a ante-caverna, com mosaicos, molduras e vitrais muito ricos em decoração, que levam à caverna. Destaque para o retábulo do século XVII de Joan Grau, um escultor barroco. Também há uma série de medalhões do artista Josep Sunyer.

A Casa dos Exercícios é um colossal edifício neoclássico, que acolhe todos os peregrinos do mundo que querem fazer os Exercícios Espirituais no lugar onde eles foram criados. No local, também há uma comunidade jesuíta.

A cidade de Manresa também abriga alguns lugares desconhecidos, como a “Capela de Santo Inácio enfermo”. A família Amigant acolheu Inácio na casa deles em várias ocasiões. Na capela, conserva-se uma tela com a imagem da família cuidando do santo.

Uma curiosidade é a casa onde o agora santo pedia esmola e onde ele deixou um cilício antes de abandonar Manresa.

Outro ponto da rota inaciana é a “Ermita de la Guía”, lugar por onde Inácio chegou a Manresa e onde teve a visão que o conduziu à caverna.

Em 2022, Manresa celebrará o ano Jubiliar, em comemoração aos 500 anos da chegada de Santo Inácio de Loyola à cidade.