terça-feira, 7 de abril de 2026

IGREJA

 

Nesta segunda-feira de Páscoa, Leão XIV homenageia o Papa Francisco, falecido no ano passado



Era a segunda-feira de Páscoa do ano passado, quando Papa Francisco nos deixava

“Com particular carinho, […] lembramos hoje o Papa Francisco”, disse Leão XIV durante a oração do Regina Coeli em 6 de abril de 2026. O pontífice argentino faleceu no ano passado, também na segunda-feira de Páscoa (21 de abril), nesta mesma festa litúrgica.

Ao apresentar a oração mariana neste domingo de Páscoa na Praça de São Pedro, Leão XIV prestou homenagem ao seu antecessor, “que, na segunda-feira de Páscoa do ano passado, entregou a sua vida ao Senhor”. O Papa Francisco fez sua última aparição pública no domingo de Páscoa: muito frágil, percorreu a multidão de 50 mil pessoas no papamóvel. Foi sua despedida final antes de falecer na manhã seguinte, às 7h35.

"Ao recordarmos seu grande testemunho de fé e amor, oremos juntos à Virgem Maria, Trono da Sabedoria, para que nos tornemos arautos cada vez mais brilhantes da verdade", desejou Leão XIV, provocando uma salva de palmas na praça.

SANTO DO DIA

 Igreja celebra hoje são João Batista de La Salle, padroeiro dos educadores

“A graça que lhes concedeu de ensinar as crianças, de anunciar-lhes o Evangelho e de educar seu espírito religioso é um grande dom de Deus”, dizia são João Batista de La Salle, fundador dos Irmãos das Escolas Cristãs (Irmãos Lasallistas) e padroeiro dos educadores. Sua festa é celebrada hoje, 7 de abril.

São João Batista de La Salle nasceu em Reims (França), em 1651, em uma família rica. Desde pequeno desejou ser sacerdote. Graduou-se como professor em Artes e ingressou no Seminário de São Sulpício, em Paris. Quando tinha 19 anos, seus pais morreram e assumiu a responsabilidade de educar seus irmãos mais novos.

Foi ordenado sacerdote aos 27 anos. Com o tempo, parecia que ocuparia altos cargos eclesiásticos, mas via que Deus o chamava aos mais pobres. Foi assim que começou a se reunir com um grupo de professores, dando-lhes formação humana, pedagógica e cristã.

No dia 24 de junho de 1681, João Batista de La Salle e seus professores iniciaram uma vida em comunidade em uma casa alugada, marcando o nascimento dos Irmãos das Escolas Cristãs.

Dentro de suas reformas na educação, o santo introduziu o ensino de crianças em grupo, já que até esse momento se instruía a cada um separadamente; iniciou uma escola gratuita em Paris para rapazes pobres e fundou universidades em Reims e Saint-Denis para formar professores.

Nessa época, houve uma terrível fome na França e o santo repartiu todos os seus bens para ajudar os necessitados.

Em 1686, oito de seus seguidores emitiram seus primeiros votos na companhia que são João Batista fundou e, em 15 de agosto, consagrou sua comunidade à Virgem Maria.

Costumava viajar a pé solicitando alojamento e alimento. Sua batina e seu manto eram tão pobres e descoloridos, diziam, que nem um indigente os aceitaria como doação.

Passava muitas horas em oração e insistia aos membros de sua comunidade que aquilo que confere mais êxito no trabalho de um educador é orar, dar bom exemplo e tratar todos como Cristo recomendou no Evangelho: “fazendo a outros todo o bem que desejamos que nos façam”.

Em 7 de abril de 1719, Sexta-feira Santa, ele morreu. Suas últimas palavras foram: “Adoro em tudo a vontade de Deus para comigo”. Foi canonizado em 24 de maio de 1900 e, em 15 de maio de 1950, foi nomeado “padroeiro celeste, junto a Deus, de todos os educadores”, pelo papa Pio XII.

IGREJA

 Conheça a santa a quem Jesus revelou a devoção da Divina Misericórdia

“As almas que divulgam o culto da Minha misericórdia, Eu as defendo por toda a vida como uma terna mãe defende o seu filhinho e, na hora da morte, não serei para elas Juiz, mas sim, Salvador misericordioso”, disse o Senhor à sua serva santa Faustina Kowalska, a quem revelou o desejo de instituir a festa da Divina Misericórdia, sua devoção, bem como a imagem de Jesus Misericordioso.

Santa Faustina nasceu na Polônia em 1905. No dia em que foi receber a primeira comunhão, beijou as mãos de seus pais para demonstrar sua pena por tê-los ofendido. Costumava ajudar em casa com as tarefas da cozinha, ordenhando as vacas e cuidando de seus irmãos. Frequentou a escola, mas só pôde completar três trimestres porque foi dada uma ordem que os alunos mais velhos tinham que sair para dar lugar às crianças mais novas.

Aos 15 anos, começou a trabalhar como empregada doméstica e sentiu mais fortemente o chamado à vocação religiosa. Contou esta inquietude a seus pais em várias ocasiões, mas eles se opuseram. Foi assim que se entregou às vaidades da vida, sem fazer caso do chamado que experimentava, até que escutou a voz de Jesus que lhe pediu para deixar tudo e ir a Varsóvia para entrar em um convento.

Sem despedir-se pessoalmente de seus pais, foi para Varsóvia apenas com um vestido. Lá, falou com um sacerdote, o qual conseguiu hospedagem na casa de uma paroquiana. Batia à porta de vários conventos, mas era rejeitada.

Foi recebida na casa mãe da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia, mas antes teve que trabalhar como doméstica um ano para pagar seu ingresso. Poucas semanas depois, teve a tentação de deixar o convento e teve uma visão na qual Jesus apareceu com seu rosto destroçado e coberto de chagas.

Ela perguntou: “Jesus, quem te feriu tanto?”. O Senhor respondeu: “Esta é a dor que me causaria deixar este convento. É aqui onde te chamei e não a outro; e tenho preparadas para ti muitas graças”.

Mais tarde, foi enviada para o noviciado, tomou o hábito religioso e chegou a pronunciar seus primeiros votos e os perpétuos. Entre suas irmãs, serviu como cozinheira, jardineira e até mesmo porteira.

A esta simples mulher, piedosa, mas também alegre e de caritativa, Jesus apareceu em diversas ocasiões mostrando-lhe o seu infinito amor misericordioso pela humanidade. Da mesma forma, Deus lhe concedeu estigmas ocultos, dons de profecia, revelações e o terço da Divina Misericórdia.

“Nem as graças, nem as revelações, nem os êxtases, nem nenhum outro dom concedido à alma a fazem perfeita, mas sim a comunhão interior com Deus... Minha santidade e perfeição consistem na íntima união da minha vontade com a vontade de Deus”, escreveu certa vez.

Em 5 de outubro de 1938, após longos sofrimentos suportados com grande paciência, partiu para a Casa do Pai. No ano 2000, foi canonizado pelo seu compatriota João Paulo II, que estabeleceu o segundo domingo de Páscoa como “Domingo da Divina Misericórdia”.

LITURGIA DIÁRIA

 Evangelho de terça-feira: bem-aventurados os que choram

Comentário ao Evangelho de terça-feira da Oitava da Páscoa. «Não Me detenhas, porque ainda não subi para o Pai. Vai ter com os meus irmãos e diz-lhes que vou subir para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vosso Deus». Madalena viu o Senhor, porque nunca deixou de amá-l'O. Por isso, está preparada para a missão apostólica. Ela mereceu ser chamada de "apóstola dos apóstolos".



Evangelho (Jo 20, 11-18)

Naquele tempo, Maria Madalena estava a chorar junto do sepulcro. Enquanto chorava, debruçou-se para dentro do sepulcro e viu dois Anjos vestidos de branco, sentados, um à cabeceira e outro aos pés, onde estivera deitado o corpo de Jesus. Os Anjos perguntaram a Maria:

«Mulher, porque choras?»

Ela respondeu- lhes:

«Porque levaram o meu Senhor e não sei onde O puseram».

Dito isto, voltou-se para trás e viu Jesus de pé, sem saber que era Ele. Disse-lhe Jesus:

«Mulher, porque choras? A quem procuras?»

Pensando que era o jardineiro, ela respondeu-Lhe:

«Senhor, se foste tu que O levaste, diz-me onde O puseste, para eu O ir buscar».

Disse-lhe Jesus:

«Maria!»

Ela voltou-se e respondeu em hebraico:

«Rabuni!», que quer dizer: «Mestre!»

Jesus disse-lhe:

«Não Me detenhas, porque ainda não subi para o Pai. Vai ter com os meus irmãos e diz-lhes que vou subir para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vosso Deus».

Maria Madalena foi anunciar aos discípulos:

«Vi o Senhor».

E contou-lhes o que Ele lhe tinha dito.


Comentário

Permanecemos muito atentos a esta cena evangélica. Respeitamos a solidão e a tristeza de Maria de Magdala, porque intuímos que algo de grande vai acontecer. Ela já tinha visto o túmulo vazio e, pensando que tinham levado o corpo do Senhor, anunciou a triste notícia a Pedro e ao discípulo amado. Eles acorreram e depois foram-se embora; mas Maria permaneceu junto do túmulo vazio lavada em lágrimas: não podia suportar ter perdido o corpo sem vida do seu Senhor. Também não reconhece os anjos como mensageiros de uma grande notícia. É tal a sua tristeza que nem distingue a voz do Mestre que a interroga.

Mas o suposto “jardineiro” insiste, desta vez chamando-a pelo nome: “Maria”. A reação é imediata: "Mestre!" Jesus fora para Maria o Médico divino que a libertou dos sete demónios (cf. Lc 8, 2). Desde então, ele era o seu Mestre. Agora, junto do túmulo, está o seu Bom Pastor, aquele que «chama as suas ovelhas pelo nome e as conduz para fora (...) e elas conhecem a sua voz» (Jo 10, 3.4). Bem-aventurada Maria, que chorou porque foi consolada! (cf. Mt 5, 4). Até que Jesus tem que conter Maria que não quer deixá-l'O partir. Além do mais, ela tem de ir anunciar a grande notícia aos “irmãos” de Jesus. Anteriormente, ela tinha anunciado a falsa notícia do roubo do cadáver de Cristo. Agora tem de anunciar a verdade: ela viu o Senhor vivo e ele disse-lhe que sobe para o Pai!

Maria é o exemplo de quem busca o Senhor com afã, como a amada do Cântico: «Durante a noite, no meu leito, busquei aquele que a minha alma ama; procurei-o, mas não o achei». Mas superada a prova, «encontrei aquele a quem a minha alma ama. Agarrei-me a ele e não o largarei mais» (Ct 3, 1.4). Num mundo em que a presença de Deus parece oculta, a atitude de Maria, perseverante na sua busca, é um exemplo para não desfalecer nas boas obras de cada dia, onde Jesus nos espera e nos chama, vivo e ressuscitado. E assim, com uma fé renovada, somos, como Madalena, apóstolos. Ela foi a primeira a anunciar a ressurreição, uma verdade sempre nova que deve ser anunciada a todo o mundo.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

IGREJA

 

Papa Leão convida todos para a vigília de oração pela paz

Urbi et Orbi: Papa Leão XIV convida todos os cristãos para uma vigília de oração sabádo, 11 de abril, por um “mundo devastado por guerras e marcado pelo ódio e pela indiferença"

“Estamos nos acostumando com a violência, nos resignando a ela e nos tornando indiferentes”, lamentou o Papa Leão XIV antes de proferir a tradicional bênção pascal Urbi et Orbi – à Cidade e ao Mundo – da galeria da Basílica de São Pedro em 5 de abril de 2026. Sem mencionar nenhum conflito em particular, ele convidou todos os cristãos a se unirem a uma “vigília de oração pela paz” que presidirá no Vaticano em 11 de abril.

Pouco depois da Missa de Páscoa, o Papa Leão XIV apareceu na varanda da galeria central da Basílica de São Pedro e foi aclamado pelas dezenas de milhares de fiéis reunidos na praça sob um sol brilhante. Após ouvir o hino do Vaticano, o pontífice recitou a Sequência Pascal, um texto que proclama a ressurreição de Cristo, e então começou a ler sua mensagem.

Inesperadamente, o Papa Leão XIV não listou os conflitos que atualmente dilaceram o mundo em sua mensagem de Páscoa, ao contrário do costume de seus antecessores. Nesta mensagem relativamente breve, ele descreveu o “poder” do amor que permitiu a Jesus vencer a morte.

“O poder pelo qual Cristo ressuscitou é inteiramente não violento”, advertiu Leão XIV. Ele o comparou ao de “um coração humano que, ferido por uma ofensa, repele o instinto de vingança e, cheio de compaixão, reza por aquele que o ofendeu”.

O chefe da Igreja Católica explicou então como a humanidade, através da ressurreição de Cristo, se depara ainda mais com o “drama de sua liberdade”. “Diante do túmulo vazio, podemos nos encher de esperança e admiração, como os discípulos, ou de medo, como os guardas e fariseus, forçados a recorrer à mentira e ao engano para evitar reconhecer que aquele que fora condenado realmente ressuscitou”, explicou.

“Que aqueles que têm o poder de iniciar guerras escolham a paz!”

Leão XIV apelou à conversão dos corações de todos, mas especialmente dos líderes políticos: “Que aqueles que têm armas nas mãos as deponham! Que aqueles que têm o poder de iniciar guerras escolham a paz! Não uma paz imposta pela força, mas pelo diálogo! Não com o desejo de dominar o outro, mas de encontrá-lo!”

O Papa lamentou uma “globalização da indiferença” e prestou uma comovente homenagem ao Papa Francisco, que popularizou esta expressão. Sua última aparição pública, na véspera de sua morte, ocorreu durante a bênção Urbi et Orbi no Domingo de Páscoa do ano anterior, 20 de abril de 2025.

“Acostumamo-nos à violência, resignamo-nos a ela e tornamo-nos indiferentes”, declarou Leão XIV, “indiferentes à morte de milhares de pessoas”, mas também “às repercussões do ódio e da divisão que os conflitos semeiam” e “às consequências econômicas e sociais que geram, que todos, no entanto, sentem”. “Todos temos medo da morte e, por medo, desviamos o olhar, preferindo não ver”, afirmou. Como remédio, citou Santo Agostinho: “Se temes a morte, ama a ressurreição!”. “Vigília de Oração pela Paz” em 11 de abril

Paz como prioridade para todos os cristãos

“A paz que Jesus nos dá não se limita a silenciar as armas, mas toca e transforma o coração de cada pessoa”, concluiu o Papa. Convidou todos os cristãos a participarem de uma “Vigília de Oração pela Paz” que será realizada na Basílica de São Pedro no sábado, 11 de abril, durante a qual rezará para que Deus conceda a paz “a este mundo que chora guerras e é marcado pelo ódio e pela indiferença”.

O Papa fez questão, então, de transmitir suas felicitações de Páscoa em diferentes idiomas, como fizeram João Paulo II e Bento XVI, mas não o Papa Francisco. “Feliz Páscoa! Leve a todos a alegria de Jesus ressuscitado, presente entre nós”, disse em francês, oferecendo também a mesma mensagem em italiano, inglês, alemão, espanhol, português, polonês, árabe, chinês e latim.

Em seguida, Leão XIV entoou o Regina Coeli, a antífona mariana associada ao tempo pascal. E, finalmente, apresentado pelo cardeal protodiácono, o francês Dominique Mamberti, ele pronunciou a solene bênção latina Urbi et Orbi, dirigida à cidade de Roma e ao mundo inteiro, antes que os sinos da basílica começassem a tocar alegremente.

ESPIRITUALIDADE

 

Que horas Jesus ressuscitou dos mortos?

Afinal, foi no sábado à noite ou no domingo de manhã?

Nos relatos do Evangelho, diz-se que Jesus ressuscitou dos mortos "no terceiro dia" ou "depois de três dias". Isso pode soar contraditório, diante do fato de Jesus ter morrido numa sexta-feira.

No entanto, de acordo com o estudioso bíblico Ben Witherington, isso não deveria nos preocupar, pois os autores do Evangelho não estavam usando termos com a mesma precisão matemática que nossa linguagem moderna possui.

O problema com nossa linguagem moderna é que ela pressupõe que os autores do Evangelho tivessem sempre que escrever com precisão sobre o assunto. Mas, de fato, a frase “depois de três dias” no Novo Testamento pode significar simplesmente “depois de um tempo” ou “depois de alguns dias”, sem nenhuma especificidade rígida.

Segundo Witherington, os textos do Antigo e do Novo Testamento não foram escritos para atender a nossos exigentes padrões modernos de checagem do tempo.

Além disso, os “dias” no cálculo dos judeus não eram as 24 horas da meia-noite à meia-noite seguinte que usamos hoje. A marcação do dia para eles geralmente começava no pôr do sol de um dia e terminava no pôr do sol seguinte.

Voltando à questão principal, quando Jesus ressuscitou dos mortos?

Segundo a narrativa bíblica tradicional, Jesus morreu em uma tarde de sexta-feira, o "dia de preparação" antes do Sabbath, que para os judeus era no sábado.

O apologista Jimmy Akin reconstrói a linha do tempo da morte e ressurreição de Jesus com base nos Evangelhos e nas tradições judaicas, como se segue.

Se Jesus foi crucificado e morreu na tarde de sexta-feira, esse seria o primeiro dia. Ao pôr do sol da sexta-feira, começaria o segundo dia. Depois, ao pôr do sol do sábado, começaria o terceiro dia. Então, Jesus ressuscitou realmente "no terceiro dia" (cf. Mateus 20, 19).

Isso é consistente com o relato de Mateus sobre as mulheres que visitaram a tumba vazia no domingo de manhã:

Depois do sábado, quando amanhecia o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo. (...) Mas o anjo disse às mulheres: Não temais! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Não está aqui: ressuscitou como disse. Vinde e vede o lugar em que ele repousou. (Mt 28, 1-6)

Diante disso, Jesus provavelmente ressuscitou dos mortos entre o pôr do sol de sábado e o amanhecer de domingo, antes de Maria Madalena chegar ao túmulo.

Não é de surpreender que a Igreja sempre siga essa linha do tempo, com a liturgia da Vigília Pascal no sábado à noite já celebrando a ressurreição de Jesus. Trata-se de algo que corresponde à narrativa bíblica e às práticas judaicas da época.

Embora não saibamos a hora exata em que Jesus ressuscitou dos mortos, sabemos o que é verdadeiramente importante: que Jesus ressuscitou dos mortos e abriu para nós as portas do Céu.