terça-feira, 2 de junho de 2026

IGREJA

 

A intenção do Papa para Junho: futebol, copa e os valores do esporte 

O pedido de oração do Papa no mês da Copa do Mundo  

Para refletirmos sobre a vida, precisamos, antes de tudo, compreender que nada acontece por acaso. Quando olhamos para este mês de junho, em que o mundo inteiro se volta para o espetáculo do início da Copa do Mundo, somos convidados a uma pausa reflexiva. Não se trata apenas de uma disputa esportiva ou de uma paixão nacional, mas de um momento de convergência, onde milhões de olhares buscam um sentido comum. É neste contexto, marcado pela intensidade das torcidas, que a proposta de Oração do Papa nos convida a sair da superfície e mergulhar na profundidade daquilo que nos une como humanidade.  

Oração com o Papa

Muitas vezes, a palavra "oração" é mal compreendida, encarada como um pedido estático. Pelo contrário, as Intenções do Papa são verdadeiros convites à ação, ao engajamento solidário com os desafios da humanidade e a missão da Igreja. Elas não são fórmulas mágicas, mas bússolas éticas. O projeto Reze com o Papa — conduzido pela Rede Mundial de Oração do Papa — é o veículo que transforma essa reflexão em uma rede viva, conectando corações que desejam ser protagonistas de um futuro de paz e respeito.  Eis a intenção de oração do Papa para este mês:

Rezemos para que o desporto seja um instrumento de paz, encontro e diálogo entre culturas e nações, promovendo valores como o respeito, a solidariedade e a superação pessoal.

O esporte como parábola da vida

Ao iniciarmos a Copa do Mundo, o desafio é exatamente este: como podemos traduzir a energia e o entusiasmo de um campo de futebol para a nossa vida cotidiana? O Papa Leão XIV nos convida, neste mês, a rezar para que o desporto seja um instrumento de paz, promovendo valores essenciais como o respeito, a solidariedade e a superação pessoal.  

O desporto, quando bem praticado, ensina-nos que a vida não se joga a sós: precisamos dos outros para crescer e aprender. Para participar desta corrente, o projeto "Reze com o Papa" sugere atitudes simples: preparar-se, fazer silêncio, acompanhar a oração do mês e concluir com suas próprias palavras. Assim, podemos descobrir no esporte — e na nossa existência — uma linguagem universal que aproxima culturas, une povos e constrói a verdadeira fraternidade. Que a alegria do esporte neste junho seja um reflexo do nosso desejo maior: o de sermos, em meio à vasta complexidade do mundo, instrumentos efetivos de comunhão. 


ESPIRITUALIDADE

 

A sua frase bíblica de 2 de junho

A citação da Bíblia para inspirar o seu dia hoje

As Sagradas Escrituras nos encorajam: “Não pare de rezar”, “Reze continuamente”, “Continue rezando”. Por outro lado, às vezes é difícil encontrar um momento para um encontro tranquilo com o Senhor.

Assim, decidimos oferecer a você uma passagem bíblica diária para diferentes ocasiões. Certamente, isso vai ajudá-lo(a) a encontrar a força e motivação para aquilo que você precisa hoje.

SANTO DO DIA

 Beatos poloneses morreram mártires para defender a procissão de Corpus Christi

Os beatos padre Vicente Matuszewski e padre José Kurzawa morreram mártires por causa da coragem em defender a procissão de Corpus Christi em 1940 na cidade de Osiecyni,  Polônia.

Segundo o livro Ano Cristão da Biblioteca de Autores Cristãos, o heroísmo dos beatos mártires remonta ao ano d. Os nazistas tinham invadido a Polônia, mas os padres continuaram o serviço paroquial.

No dia de Corpus Christi levaram a sagrada eucaristia em procissão pública. Os nazistas ficaram furiosos e o ex-prefeito da cidade foi até os beatos para pedir-lhes que fossem embora.

O pároco Vicente Matuszewski disse-lhe que não ia embora, mas que o padre José Kurzawa era livre para sair. Contudo, o padre coadjutor respondeu que não abandonaria o seu pároco.

diocese polonesa de Kaliskiej informa que foi no dia 23 de maio e que à noite as autoridades nazistas chegaram à casa onde dormiam os beatos, que foram espancados. Eles foram postos em um carro e levados para fora da cidade

Os padres foram amarrados ao veículo e arrastados para a floresta. Lá eles sofreram tortura e foram mortos com um tiro na cabeça. Seus corpos foram deixados em uma vala próxima à estrada. Os fiéis transformaram o funeral dos beatos num protesto contra a escravidão e a política anticatólica dos nazistas alemães.

A coragem dos chamados “mártires da eucaristia e da unidade sacerdotal” foi reconhecida em 13 de junho de 1999, dia em que um dos seus compatriotas, o papa são João Paulo II, os beatificou em Varsóvia, na Polônia.

SANTO DO DIA

 Hoje é dia de são Félix, frei humilde que ensina a valorizar as pequenas coisas da vida

A Igreja celebra hoje (2) são Félix de Nicósia, humilde frade capuchinho (Ordem dos Frades Menores Capuchinhos) do século XVIII, exemplo de austeridade, entrega e, sobretudo, de amor a Deus, manifestado na obediência e na caridade para com os pobres e vulneráveis.

São Félix nasceu na cidade siciliana de Nicósia, Itália, no ano de 1715. Seu nome de batismo era Filippo Giácomo Amoroso. Aos 20 anos, pediu para ser admitido no convento franciscano capuchinho como irmão leigo, pois, sendo analfabeto, não podia aspirar a ser clérigo.

Ele foi rejeitado por oito anos consecutivos, até que finalmente foi admitido no convento de Mistretta, na Sicília. Fez a profissão perpétua em 10 de outubro de 1774 e foi imediatamente enviado para o convento de Nicósia, sua cidade natal.

Durante grande parte de sua vida religiosa, trabalhou como esmoleiro. Todos os dias percorria as ruas da sua cidade batendo à porta dos ricos, convidando-os a repartir os seus bens e buscar a Deus, a quem todos somos devedores.

Depois, batia à porta dos pobres, oferecendo ajuda em suas necessidades e lembrando-lhes que mesmo em meio à pobreza há muito a oferecer e compartilhar. Dessa forma, ele mesmo se tornou um elo entre eles, ajudando a derrubar os muros sociais.

Com o seu comportamento amigável, são Félix comovia seus conterrâneos, principalmente porque sempre agradecia, tanto quando recebia doações como quando era rejeitado ou maltratado. Em ambos os casos, sua resposta era a mesma: "Seja por amor de Deus".

Analfabeto, mas sábio

Embora fosse analfabeto, conhecia bem as Sagradas Escrituras e a doutrina cristã, pois esforçava-se por memorizar as passagens bíblicas que lhe eram mais significativas, bem como os textos dos mestres espirituais que eram lidos no convento durante as refeições.

Ele também memorizava o que ouvia na homilia. O irmão Félix demonstrou com veemência que era muito bom em valorizar o que lhe chegava aos ouvidos para que, uma vez interiorizado, pudesse compartilhar com quem precisasse.

Era um grande amante da Eucaristia (passava horas rezando diante do Sacrário). Professou uma particular devoção a Nossa Senhora das Dores (carregou uma imagem da Virgem no peito durante trinta anos) e à Paixão de Cristo (costumava meditar o sacrifício de Cristo na Cruz com os braços cruzados).

A maior aspiração de são Félix era corresponder da melhor forma possível ao amor de Deus. Ele sabia que se ele se unisse a Deus, todo o restante se encaixaria. Ele também sabia que, se havia algo com que se preocupar, era colocar Deus em primeiro lugar, sempre.

O Senhor, sabendo que foi reparado pela misericórdia do humilde santo, adornou sua vida com o dom de curar as doenças, tanto do corpo quanto da alma. Em nome de Cristo, ele fez muitos milagres. Sabe-se também que o bom irmão Félix recebeu o dom da bilocação, graças à qual serviu a mais pessoas.

O santo morreu em 31 de maio de 1787 no convento de Nicósia, sua casa, aos 78 anos. Foi beatificado em 12 de fevereiro de 1888 pelo papa Leão XIII e canonizado em 23 de outubro de 2005 pelo papa Bento XVI.

"Seja por amor de Deus"

Na homilia da missa de canonização, o papa Bento XVI pronunciou algumas palavras dedicadas a são Félix: "’Seja por amor de Deus’. Assim podemos compreender bem quanto era intensa e concreta nele a experiência do amor de Deus revelado aos homens em Cristo. Este humilde Frade capuchinho, ilustre filho da terra da Sicília, austero e penitente, fiel às mais genuínas expressões da tradição franciscana, foi gradualmente plasmado e transformado pelo amor de Deus, vivido e concretizado no amor ao próximo. Frei Félix ajuda-nos a descobrir o valor das pequenas coisas que enriquecem a vida e ensina-nos a colher o sentido da família e do serviço aos irmãos, mostrando-nos que a alegria verdadeira e duradoura, pela qual aspira o coração de cada ser humano, é fruto do amor”.

LITURGIA DIÁRIA

Evangelho de terça-feira: o caminho de Deus segundo a Verdade

Comentário ao Evangelho de terça-feira da IX semana do Tempo Comum. «Mas ensinas com sinceridade o caminho de Deus». A vida cristã é um discernimento contínuo entre a verdade e a mentira. Jesus, Caminho, Verdade e Vida, oferece-se para fazer o caminho connosco e para superar a sedução e a mentira. Pegar-lhe na mão é abrir-se à Sua palavra e seguir as Suas pegadas.



 Evangelho (Mc 12, 13-17)

Naquele tempo, foram enviados a Jesus alguns fariseus e partidários de Herodes para O surpreenderem no que dissesse. Aproximaram-se e disseram:

«Mestre, sabemos que és sincero e não Te deixas influenciar por ninguém, pois não fazes aceção de pessoas, mas ensinas com sinceridade o caminho de Deus. É lícito ou não pagar o tributo a César? Devemos pagar ou não?».

Mas Jesus, conhecendo a sua hipocrisia, respondeu-lhes:

«Porque Me armais esse laço? Trazei-Me um denário para Eu ver».

Eles trouxeram-no e Jesus perguntou-lhes:

«De quem é esta imagem e esta inscrição?».

Eles responderam:

«De César».

Então Jesus disse-lhes:

«Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus».

E eles ficaram muito admirados com Jesus.


Comentário

O programa narrativo dos Evangelhos constrói-se, em parte, sobre o endurecimento crescente do coração daqueles que deveriam ter aceitado Jesus pela primeira vez. Vista da perspetiva de sermos leitores e espetadores com uma certa distância, a sua atitude parece-nos não só insensata, mas até incompreensível. No entanto, podemos dizer, porventura, que não nos comportamos às vezes como eles? Paulo diz na sua Carta aos Romanos: «a eles pertence a adoção de filhos e a glória, a aliança, a lei, o culto e as promessas» (Rm 9, 4). Como é possível que, depois de terem recebido tanto, continuem cegos às palavras e obras de Nosso Senhor?

É uma caraterística constante de toda a Sagrada Escritura a afirmação de que quem voluntaria e conscientemente se fechar à verdade, ao Evangelho, cai nas mãos de um engano que o leva a acreditar numa mentira (cf. Rm 11, 8; 2Ts 2, 11). A consequência é que a nossa própria vida se constrói sobre um alicerce que não existe e com um objetivo erróneo. A atitude daqueles que vêm ter com Jesus reflete isto. Fazem um elogio hipócrita e, ao mesmo tempo, uma pergunta ardilosa. Que contraste entre a verdade e a mentira!

«A verdade vos fará livres» (Jo 8, 32), «aquele que crer e for batizado será salvo» (Mc 16, 16). Estas afirmações mostram-nos o caminho. Aqueles que se aproximam de Jesus no Evangelho de hoje poderiam pregar a «impiedade e injustiça dos homens que retêm a verdade aprisionada na injustiça» (Rm 1, 18). Mas, no final, a verdade prevalece sempre, e toda a mentira será revelada como tal: «não há nada escondido que não venha a ser descoberto» (Mt 10, 26). Essa verdade é e será juízo para aqueles que amaram a mentira e a injustiça. Mesmo que a verdadeira atitude do coração seja disfarçada por palavras, Deus sabe o que ali é verdadeiro. E é de acordo com isso que se constrói. Jesus mostra-nos o caminho de Deus segundo a verdade, o caminho que conduz à vida: «Meus filhos, não amemos com palavras ou com a boca, mas com obras e em verdade» (1Jo 3, 18), como Jesus nos disse e nos mostrou com a sua vida.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

ESPIRITUALIDADE

 

Devoção ao Sagrado Coração de Jesus: como tudo começou

A história, as promessas e a poderosa consagração ao Sagrado Coração

Ahistória, as promessas e a poderosa consagração ao Sagrado Coração

O Coração de Jesus é o foco do amor. A devoção ao Sagrado Coração é a devoção que vem do amor como princípio, que se dirige ao amor como fim, que emprega o amor como meio. Celebrando este grande Amor de Deus por nós, somos convidados a renovar nossa devoção a Jesus, manifestado concretamente na vivência deste amor na família, na Igreja Doméstica, na partilha do pão, na alegria de celebrar em comunidade a Eucaristia, Vida de Jesus entregue por nós.

Celebrar o Coração de Jesus torna-se uma importante ocasião pastoral para que toda a comunidade cristã novamente se sensibilize para fazer deste admirável Sacrifício e Sacramento o coração da própria vida.

Origem da Devoção

A devoção ao Sagrado Coração tem sua origem na própria Sagrada Escritura. O coração é um dos modos para falar do infinito amor de Deus por você. Este amor chega a seu ponto alto com a vinda de Jesus.

A devoção ao Sagrado Coração aparece em dois acontecimentos fortes do evangelho: o gesto de São João, discípulo amado, encostando a sua cabeça em Jesus durante a última ceia (cf. Jo 13,23); e na cruz, onde o soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (cf. Jo 19,34). Em um temos o consolo pela dor da véspera de sua morte, e no outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade. Estes dois exemplos do evangelho nos ajudam a entender o apelo de Jesus, feito em 1675, a Santa Margarida Maria Alacoque:

“Eis este coração que tanto tem amado os homens. Não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios, indiferenças…Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpo de Deus) seja dedicada a uma festa especial para honrar o Meu coração, comungando neste dia e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo, para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares.

E prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada.”

O papa João Paulo II sempre cultivou esta devoção, e a incentivava a todos que desejassem crescer na amizade com Jesus.

O Sagrado Coração de Jesus e Santa Maria Alacoque

O Sagrado Coração de Jesus apareceu a Santa Margarida Maria Alacoque, jovem religiosa da Ordem da Visitação, para transmitir sua mensagem de misericórdia e confiança, expressa no coração humano e divino do Verbo Encarnado. O Culto ao Sagrado Coração de Jesus obteve, a partir de então, grande impulso e espalhou-se por toda a Igreja.

Santa Margarida Maria, que recebeu a missão de espalhar pelo mundo a devoção ao Sagrado Coração ofendido pela ingratidão dos homens, foi incompreendida e perseguida, até que a Providência colocou em seu caminho o jesuíta São Cláudio La Colombière, que lhe deu orientação segura e conseguiu fazer com que sua mensagem começasse a ser vista com outros olhos. Canonizada em 1920, sua festa é celebrada no dia 16 de outubro.

Promessas do Sagrado Coração de Jesus a Santa Maria Alacoque

* Eu lhes darei todas as graças necessárias para seu estado.
* Eu darei paz às suas famílias.
* Eu as consolarei em todas as suas aflições.
* Eu lhes serei um refúgio seguro durante a vida, e sobretudo na hora da morte.
* Eu lançarei abundantes bênçãos sobre todas as sua empresas.
* Os pecadores acharão, em meu coração, a fonte e o oceano infinito de misericórdia.
* As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.
* As almas fervorosas se elevarão a uma grande perfeição.
* Eu mesmo abençoarei as casas onde se achar exposta e honrada a imagem do meu coração. 

* Eu darei aos sacerdotes o poder de tocar os corações mais endurecidos.
* As pessoas que propagarem esta devoção terão para sempre seu nome inscrito no meu coração.
* Darei a graça da penitência final e dos últimos sacramentos, aos que comungarem na primeira sexta-feira de nove meses seguidos.

Pensamentos de Santa Margarida Maria

“Nunca desconfieis da misericórdia do Sagrado Coração, que é infinitamente maior que todas as nossas misérias”.
“O Sagrado Coração quer reinar no coração do mundo inteiro porque todos lhe foram dados por herança”.
“O maior testemunho de amor que podemos dar ao Sagrado Coração e a melhor reparação que lhe podemos oferecer é unirmo-nos a Ele, muitas vezes, pela comunhão sacramental e desejarmos ardentemente essa união pela comunhão espiritual”.
“Todos podemos ser apóstolos do Sagrado Coração, porque temos corpos capazes de sofrer e trabalhar, e corações para amar e orar”.
(*Do livro “O Coração de Jesus, segundo a doutrina de santa Margarida Maria Alacoque”)

CONSAGRAÇÃO AO CORAÇÃO DE JESUS

– Eu (diga seu nome), Vos dou e consagro, ó Sagrado Coração de Jesus Cristo, minha vida, minhas ações, penas e sofrimentos,para não querer mais servir-me de nenhuma parte de meu ser, senão para Vos honrar, amar e glorificar.
– É esta a minha vontade irrevogável: ser todo Vosso e tudo fazer por Vosso amor, renunciando de todo o meu coração a tudo quanto Vos possa desagradar.
– Tomo-Vos, pois, ó Sagrado Coração, por único bem de meu amor, protetor de minha vida, segurança de minha salvação, remédio de minha fragilidade e de minha inconstância, reparador de todas as imperfeições de minha vida e meu asilo seguro na hora da morte.
– Sede, o Coração de bondade, minha justificação diante de Deus, Vosso Pai, para que desvie de mim Sua justa cólera.
– Ó Coração de amor, deposito toda a minha confiança em Vós, pois tudo temo de minha malícia e de minha fraqueza, mas tudo espero em Vossa bondade!
– Extingui em mim tudo o que possa desagradar-Vos ou que se oponha à Vossa vontade.
– Seja o Vosso puro amor tão profundamente impresso em meu coração, que jamais possa eu esquecer-Vos nem separar-me de Vós.
– Suplico, por todas as Vossas finezas, que meu nome seja escrito em Vosso Coração, pois quero fazer consistir toda a minha felicidade e toda a minha glória em viver e morrer como Vosso escravo. Amém. (Santa Margarida Maria)

(Fonte: “Acenda a Luz”, do Pe. Alberto Gamberini)