segunda-feira, 20 de julho de 2026

ATUALIDADE

 

Angelus: “Os ventos da guerra sopram novamente”, lamenta Leão XIV

Durante a oração do Angelus que rezou em 12 de julho de 2026, em Castel Gandolfo, Leão XIV expressou seu pesar pelo recente ressurgimento dos combates no Oriente Médio e na Ucrânia. Ele também expressou sua solidariedade aos marinheiros que enfrentam conflitos que “estão impactando as rotas marítimas”.

Em repouso na residência papal de verão de Castel Gandolfo, a sudeste de Roma (de 5 a 27 de julho), Leão XIV rezou a oração mariana na praça adjacente ao Palácio Apostólico, na presença de milhares de pessoas. “Os ventos da guerra, infelizmente, sopram novamente no Oriente Médio, na Ucrânia e em muitas outras partes do mundo”, lamentou ele à multidão.

O Papa denunciou o ressurgimento da “violência, do terror e da morte, atingindo mais uma vez tantas pessoas inocentes”. Os ataques com mísseis russos e ucranianos intensificaram-se nos últimos dias, enquanto as hostilidades entre os Estados Unidos e o Irã foram retomadas, levando ao fechamento do Estreito de Ormuz e a ataques que se estenderam aos países vizinhos do Golfo.

“Não permitamos que esses acontecimentos extingam a pequena chama da esperança e da paz, mesmo quando ela parece frágil e trêmula”, implorou o pontífice peruano-americano. Ele insistiu, então, que “o caminho do diálogo, do encontro e da diplomacia” seja retomado “com perseverança”. Para o Papa, este é “o único caminho capaz de conduzir a uma paz justa e duradoura, onde os povos possam viver reconciliados, em segurança mútua e com respeito à dignidade de cada pessoa”.

Por ocasião do “Dia Mundial do Mar”, celebrado no segundo domingo de julho pela Igreja Católica, Leão XIV ofereceu uma oração “a todos os marinheiros, pescadores e estivadores do mundo”. Ao falar sobre a missão deles, marcada pela “separação dos entes queridos e, às vezes, pelo medo provocado pelos conflitos nas rotas marítimas”, ele prestou homenagem ao “trabalho paciente e silencioso” que sustenta “o comércio e a vida de muitos povos”.

Ao final do encontro, o chefe da Igreja Católica entrou em um carrinho de golfe e se misturou à multidão, cumprimentando peregrinos e abençoando crianças. Esta foi uma das raras aparições públicas do pontífice durante este período de pausa em suas audiências oficiais.

ESPIRITUALIDADE

 Deus “não é uma figura poderosa que se impõe pela força”, afirma Leão XIV

Leão XIV convidou os cristãos a tomarem consciência da “pequenez” de Deus em 19 de julho de 2026, durante a oração do Angelus.

Do pórtico do Palácio Apostólico em Castel Gandolfo, onde se encontra desde 5 de julho para um período de descanso, lamentou que a imagem de um “Deus forte e poderoso” molde “a nossa maneira de ser cristão”.

Após esta oração, apelou à paz nos “diversos países” afetados pela “guerra e violência”.

Em Castel Gandolfo, a cerca de trinta quilômetros de Roma, para um retiro de verão, Leão XIV recitou a tradicional oração do Angelus com a população local e turistas. Em seguida, deu um passeio de carrinho de golfe pela Praça da Liberdade, onde se situa o Palácio Apostólico.

Antes desta oração, referiu-se a três parábolas do Evangelho de Mateus: o trigo e o joio, a mostarda e o fermento na farinha. O Papa enfatizou que “Jesus nos adverte contra a tentação de ver Deus como uma figura poderosa, que se impõe pela força, que ocupa espaço para dominar, que chega triunfante”.

Segundo o chefe da Igreja Católica, “Deus favorece a pequenez”. Este é um “sinal do seu amor discreto” que “nos deixa livres para aceitá-lo ou rejeitá-lo”.

Por meio dessas parábolas, Jesus diz “algo importante sobre como Deus age em nossas vidas e na história”, explicou o 267º Papa. “Às vezes esperamos algo espetacular”, e gostaríamos de ver Deus intervir “do alto” para eliminar o mal, reconheceu Leão XIV.

Essa imagem de um “Deus forte e poderoso” infelizmente molda “nossa maneira de ser cristãos e de ser Igreja”, continuou o pontífice americano. Os cristãos devem manter “um olhar capaz de apreender o bem que germina mesmo na escuridão do mal, sem julgar tudo imediatamente”, exortou. Segundo ele, Deus “vem como a menor das sementes” e, portanto, requer “paciência” para reconhecê-lo na “simplicidade da vida cotidiana”.

Este “estilo de Deus” também deve ser adotado pelos cristãos, encorajou Leão XIV. Eles não devem, portanto, “opor-se precipitadamente com julgamentos arrogantes” nem “impor-se pelo poder e pela força”.

Após recitar esta oração dominical, o Papa afirmou que continua a “acompanhar com apreensão” a situação em “diversos países” afetados por “guerras e violência”. “Não nos esquecemos daqueles que sofrem […] por causa dos conflitos”, declarou.

IGREJA

 Papa defende um estilo evangélico, sem “julgamentos arrogantes” nem imposições à força

O papa Leão XIV alertou hoje (19) contra a “tentação” de imaginar Deus como uma “figura poderosa, que se impõe pela força, que ocupa o espaço para dominar” e que chega de “forma triunfante”. Ele convidou os fiéis a adotarem um estilo evangélico marcado pela humildade.

Na oração do Ângelus, proferida da varanda do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo — onde passa algumas semanas de descanso até o dia 27 de julho —, o papa refletiu sobre a liturgia do dia.

Depois da parábola do semeador, disse ele, Jesus continua falando às multidões por meio de diversas imagens, entre elas o trigo e o joio, o grão de mostarda e o fermento na farinha.“Trata-se de três pequenas parábolas que pretendem evocar a chegada do Reino de Deus na história, a sua ação na vida dos homens, a maneira como cresce, se expande e transforma o mundo a partir de dentro”, disse o papa.

Por meio desses ensinamentos, Jesus propõe, segundo Leão XIV, um autêntico estilo evangélico: “sem adotarmos precipitadamente uma postura de oposição marcada por julgamentos arrogantes, sem nos impormos pelo poder e pela força”.

“Deus prefere a pequenez”

O papa destacou que “Deus prefere a pequenez, sinal de seu amor discreto”. “Ele nos deixa livres para acolhê-lo ou rejeitá-lo, procura abrir caminho mesmo em meio ao joio e age de forma oculta e invisível, como a menor de todas as sementes, fermentando a massa sem fazer barulho”.

O papa alertou que, com frequência, os fiéis esperam “algo espetacular”. “Desejamos um Deus que intervenha do alto, arrancando imediatamente o joio, que é o mal. Imaginamos um Deus forte e poderoso e, infelizmente, também adequamos nossa maneira de ser cristãos e de ser Igreja a essa imagem”, alertou.No entanto, ele ressaltou que o Reino de Deus cresce silenciosamente “também em meio ao joio”. “E nos pede um olhar capaz de reconhecer o bem que brota mesmo nas trevas do mal, sem que julguemos tudo apressadamente”, acrescentou.

Segundo o papa, o Reino de Deus “vem como a menor das sementes e exige, portanto, a paciência de saber acompanhar os processos, reconhecendo-o na simplicidade do cotidiano e na singeleza da vida comum. Cresce invisivelmente, como o fermento na farinha, e assim nos liberta do desânimo, convidando-nos a ter confiança, ainda que nos pareça que Deus está ausente”.

O papa lembrou que, na verdade, Deus nunca abandona seus filhos “pois, na realidade, Ele nos acompanha continuamente e seu amor está sempre agindo em nosso favor”.Leão XIV exortou a transferir essa lógica evangélica para a vida pessoal e eclesial. “Esse estilo de Deus deve se tornar também o modelo segundo o qual vivemos a realidade que nos rodeia, tanto como indivíduos quanto como Igreja”, afirmou.Ele encorajou os fiéis a “assumir um estilo evangélico, sem adotarmos precipitadamente uma postura de oposição marcada por julgamentos arrogantes, sem nos impormos pelo poder e pela força e sem perdermos a confiança na obra de Deus”.

O papa uma reflexão do então cardeal Joseph Ratzinger (mais tarde papa Bento XVI) durante o Jubileu dos Catequistas e Professores de Religião no Ano Santo de 2000, que dizia ser necessário “nos submetermos à lógica da semente, que não é a do sucesso e da grandeza, mas que nos pede para nos tornarmos pequenos e servirmos à vida das pessoas”.

Por fim, Leão XIV destacou que aqueles que adotam essa atitude se tornam instrumentos de transformação para o mundo. “Nós mesmos nos tornaremos como uma pequena semente do Evangelho que brota e como um fermento de amor que transforma a massa do mundo”, concluiu.

Depois da oração do Ângelus, o papa Leão XIV dirigiu uma saudação especial aos moradores de Castel Gandolfo, a cidade às margens do Lago Albano.

“Durante estes dias de descanso, renovo a minha saudação e a minha gratidão a todos vós, moradores de Castel Gandolfo, e acolho com alegria os peregrinos que vêm de todas as partes do mundo”, disse.

Não esquecer aqueles que sofrem com os conflitos

O papa também manifestou sua preocupação com as situações de conflito que continuam afetando diversas regiões do mundo. Leão XIV disse que acompanha com atenção as notícias que chegam dos países assolados pela guerra e pela violência, e convidou a não esquecer aqueles que sofrem as consequências desses confrontos.

“Continuamos acompanhando com apreensão o que acontece em diversos países devastados pela guerra e pela violência. Não nos esqueçamos daqueles que sofrem e morrem por causa dos conflitos e unamos também a nossa constante oração ao generoso empenho pela paz”, exortou, sem citar, nesta ocasião, nenhum território específico.As palavras do papa foram recebidas com aplausos pelos fiéis presentes em Castel Gandolfo, que se reuniram para participar da oração mariana.

SANTO DO DIA

 Hoje é celebrado santo Apolinário mártir, bispo de Ravena

Hoje (20), a Igreja Católica celebra santo Apolinário, primeiro bispo de Ravena, Itália, e padroeiro da cidade. Segundo o martirológio romano, santo Apolinário foi um “bispo que, manifestando ao povo as insondáveis riquezas de Cristo, caminhava à frente do seu rebanho como bom pastor e, segundo a tradição, honrou com o seu ilustre martírio a Igreja de Classe, em Ravena”.

Espírito apostólico

Segundo os atos de seu martírio, Apolinário nasceu em Antioquia (no atual território da Turquia), onde se tornou discípulo de são Pedro, que mais tarde o nomearia bispo de Ravena. A grande veneração por ele professada desde os tempos antigos pode ser considerada o melhor testemunho de sua santidade e espírito apostólico.Após a sua conversão e batismo, Apolinário se dedicou ao anúncio de Cristo entre os seus pares. Muitas conversões foram realizadas em sua cidade natal graças ao seu testemunho, o que lhe rendeu a rejeição das autoridades civis. O santo acabou banido. Dirigiu-se então para a região de Bolonha, no norte da Itália, onde o Evangelho havia permeado muitas almas. Como bispo de Ravenna, uma cidade costeira na rota de Bolonha, ele voltou a ser visto pelas autoridades imperiais e foi novamente exilado. Durante a viagem para o exílio, naufragou na costa da Dalmácia, onde foi capturado e severamente punido por se proclamar cristão.

Firme como o amor de DeusApolinário voltou três vezes a Ravenna, e outras tantas foi capturado, torturado e exilado. O imperador Vespasiano emitiu um decreto condenando todos os cristãos ao exílio. Santo Apolinário conseguiu escapar da punição por algum tempo, mas foi descoberto e espancado até a morte por uma multidão.

São Pedro Crisólogo, sucessor do santo, chamou-o de mártir, acrescentando que Deus preservou a vida de Apolinário por muito tempo para o bem da Igreja.

Patrocínio e iconografiaApolinário é também padroeiro da província italiana da Emilia-Romagna, onde fica Bolonha.

O bispo costuma ser representado com traje episcopal, palma do martírio e pálio. A história de sua vida está representada nos vitrais da catedral de São Pedro e São Paulo, em Troyes, França.

LITURGIA DIÁRIA

Evangelho de segunda-feira: Jesus é o único caminho da salvação

Comentário ao Evangelho de segunda-feira da XVI semana do Tempo Comum. «Esta geração perversa e infiel pretende um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas». Não são necessários sinais e prodígios especiais para que a pessoa sincera responda generosamente ao convite de Nosso Senhor para O seguir.


 Evangelho (Mt 12, 38-42)

Naquele tempo, alguns escribas e fariseus disseram a Jesus:

«Mestre, queremos ver um sinal da tua parte».

Mas Jesus respondeu-lhes:

«Esta geração perversa e infiel pretende um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. Assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim o Filho do homem estará três dias e três noites no seio da terra. No dia do Juízo, os homens de Nínive levantar-se-ão com esta geração e hão de condená-la, porque fizeram penitência quando Jonas pregou; e aqui está quem é maior do que Jonas. No dia do Juízo, a rainha do Sul erguer-se-á com esta geração e há de condená-la, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão; e aqui está quem é maior do que Salomão».


Comentário

Nosso Senhor sabe que a petição dos escribas e fariseus não é sincera e carece de boa-fé. Com a sua petição formal querem pôr à prova Jesus, e provavelmente estão dispostos a atribuir a Belzebu (como tinham feito pouco tempo antes) qualquer milagre que Ele pudesse realizar. Desse modo Ele rejeita firmemente o seu pedido.

A seguir, refere-se um “sinal de Jonas”. Este sinal funciona a vários níveis. Em concreto, como diz o Evangelho, os três dias e as três noites de Jonas no ventre da baleia, são um sinal do intervalo entre a morte e a ressurreição de Nosso Senhor. Esta interpretação também se apoia no sinal paralelo do templo reconstruído em três dias. Quando o mesmo grupo de pessoas Lhe tinha perguntado: «Que sinal nos dás de poderes fazer isto?», Jesus respondeu: «Destruí este templo, e em três dias Eu o levantarei» (Jo 2, 17-22).

Mas há outros pontos claros de comparação com Jonas, e Jesus provavelmente queria que os seus ouvintes os discernissem e compreendessem também. Mais amplamente, toda a missão de Jonas é um sinal: o sacrifício voluntário da sua vida para salvar os seus companheiros, a sua fuga milagrosa da morte e o êxito maravilhoso da sua pregação em Nínive. Tudo isso tem o seu paralelo na morte redentora de Nosso Senhor, a sua ressurreição e o posterior êxito do Evangelho.

Os escribas e fariseus, educados nas Escrituras, também podiam entender a advertência das palavras de Nosso Senhor: «Ora, aqui está quem é maior do que Jonas». Obstinavam-se em rejeitar a mensagem de Jesus. No entanto, os ninivitas tinham-se arrependido quando foram confrontados com a mensagem de Jonas, «Dentro de quarenta dias Nínive será destruída». Desse modo, se os escribas e fariseus continuassem a desprezar a mensagem de Nosso Senhor, também se enfrentariam ao desastre, e – parece acrescentar – que isso irá ocorrer a esta geração.

Quanto a nós, toda a passagem é uma exortação a voltarmos para Nosso Senhor e aceitarmos os seus ensinamentos, porque são o verdadeiro e único caminho de salvação.

domingo, 19 de julho de 2026

RELIGIÃO

 

A dignidade batismal

Leigos e Leigas, a partir do batismo, sintam-se chamados e vocacionados para assumirem seu lugar na Igreja, comprometendo-se com a comunhão e missão.

Neste mês de novembro, começamos celebrando todos os Santos e os Fiéis defuntos. Vamos refletir sobre esta realidade que nos envolve a partir da nossa fé: Fomos criados por amor, para viver o amor nesta terra e estarmos, para sempre, com o Amor que nos plenificará: Deus. 

Todos os nossos esforços e trabalhos, na Pastoral da Igreja, é para tornar Deus presente neste mundo, para transformá-lo segundo a vontade de Deus. O Reinado de Deus é o objetivo de nossa missão: “É preciso que Ele reine”, escreve São Paulo (1Cor 15,25), fazendo eco do que Jesus nos ensinou a rezar: “Venha a nós o Vosso Reino...” (Mt 6,10). 

Sermos missionários, como vivenciamos e celebramos no mês das missões apenas encerrado, nos impulsiona a considerar o papel dos leigos e leigas na Igreja. Todos somos missionários. A Igreja deve ser toda ela ministerial. É necessário que haja mais comunhão e participação nas comunidades, a corresponsabilidade deve ser exercida por todos, e, ainda, precisamos colocar em andamento a subsidiariedade a fim de que nossa Igreja possa realmente ser Sinodal. 

Tudo isto foi objeto de reflexão nesta primeira etapa do Sínodo que se desenvolveu o mês passado no Vaticano. Há uma vontade, e mais que isto, uma necessidade de que todos possam participar, com seus carismas, caminhando juntos como Povo de Deus Peregrino. É a sinodalidade em todos os níveis que está batendo às portas de nossa Igreja, convidando a abandonar os esquemas antigos de uma Igreja onde a autoridade era baseada na autoridade de príncipes e não de servidores. 

Sim, o Sínodo nos convida a exercermos nossos serviços na Igreja com muita simplicidade, proximidade e fraternidade. E o que achei muito importante nos trabalhos deste Sínodo foi o apelo à transparência em todos os setores da vida da Igreja. A desculpa de que informar e partilhar seria imprudência, ficou totalmente ultrapassada diante das propostas e discernimentos realizados. A verdadeira prudência é praticar o Evangelho na caridade que não exclui a verdade. 

Assim, concluo esta reflexão chamando a atenção para o fundamento de tudo o que refleti com vocês até aqui. De onde vem a “autoridade” dos fiéis leigos? Vem do Batismo que dá a todos igual dignidade na Igreja, deixando as diferenças por conta dos dons e carismas que cada um exerce, colocando-se a serviço de todos. 

Assim, no final deste mês, vamos celebrar o dia do leigo, celebrando a graça de termos sido batizados e com isso sermos membros da mesma Igreja em igual dignidade. Exercendo o sacerdócio comum dos fiéis, sirvamo-nos uns aos outros. Contemos sempre com o auxílio e ajuda imprescindível do sacerdócio ordenado, que existe, desejado por Cristo para servir todos os fiéis batizados. 

Leigos e Leigas, a partir do batismo, sintam-se chamados e vocacionados para assumirem seu lugar na Igreja, comprometendo-se com a comunhão e missão.